segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Tarde do doce


Procurando transformar a aula mais "doce", sugeria à turma do 3º ano B "A Tarde do doce", esta foi uma festa!Pois é muito gostoso saber e sabor , adoçando o conhecimento. Pois devemos dar mais sabor aos acontecimentos cotidianas. "Educar é impregnar de sentido o que fazemos a cada instante!" Paulo Freire

SEMANA FARROUPILHA

Com o objetivo de valorizar e resgatar a cultura gaúcha, esta que está muito presente no nosso cotidiano de gaúchos. A Semana Farroupilha é uma semana de festejos e comemorações, pois não podemos deixar de relembrar  a nossa história de povo guerreiro. A milha turma do 3º ano B,da Escola Olavo Bilac recordamos alguns fatos,com atividades voltadas a Revolução Farroupilha. Entre elas a declamação de poesia, roda de chimarrão, onde cada um fez o seu, após compreender  e estudar  a  Lenda do chimarrão, apresentação do Hino Riograndense... Atividades significativas para os alunos.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

DA SALA DE AULA AO CAFÉ LITERÁRIO MUNICIPAL



Depois de ler a obra literária, sintetizar a mesma, construindo assim um novo texto cada aluno pesquisou na internet imagens relacionadas á história. Deste modo foi apresentado a turma em pawer pont o livro estudado. Este que depois foi apresenta pela aluna Leticia Melo, da 7ª série, no Café Literário do Município."Descobri que a leitura é uma forma servil de sonhar. Se tenho de sonhar, porque não sonhar os meus próprios sonhos?"(Fernando Pessoa) Assim tivemos muitos devaneios durante esta programação, pois cada escola apresentou os grandes trabalhos realizados, conforme cada realidade

t1;msv d - 7 xo; ht:bold;text-decoration:none;text-underline: none'>de sonhar, porque não sonhar os meus próprios sonhos?"
(Fernando Pessoa) Assim tivemos muitos devaneios durante esta programação, pois cada escola apresentou os grandes trabalhos realizados, conforme cada realidade.

FRASE,ORAÇÃO E PERÍODO


Com o objetivo de relembrar os conceitos de frase, oração e período, a turma da oitava série da escola OLavo Bilac, confeccionou jogos, sendo memória e bingo.Rubem Alves cita" as palavras só têm sentido se nos ajudam a ver o mundo melhor. Aprendemos palavras para melhorar os olhos." Assim o conteúdo tornou-se mais significativo, por deram grandes risadas em cada jogada.

Frase, período e oração:

Frase é todo enunciado suficiente por si mesmo para estabelecer comunicação. Expressa juízo, indica ação, estado ou fenômeno, transmite um apelo, ordem ou exterioriza emoções.

FRASE: qualquer enunciado com sentido completo.

“Oscar 2004!”: frase nominal.

“Marta leva melhor maquiagem!”: frase verbal.

ORAÇÃO: frase ou parte de uma frase que se estrutura em torno de um verbo ou de uma locução verbal. Geralmente, é composta de dois elementos básicos: o sujeito e o predicado.

“PT cobra mudanças na economia.” (Folha de São Paulo – 06/03/04)

PERÍODO: é a frase que se estrutura em torno de uma ou mais orações. Pode ser simples ou composto.

· “Cresce a demanda por seguros que cobrem processos contra executivos.” (Exame – 17/03/04)


    terça-feira, 31 de agosto de 2010

    DISGRAFIA


    Um assunto que preocupa a alguns professores é a disgrafia e quando temos esta realidade na sala de aula percebemos o quanto é complexo este assunto. Ao pesquisar e visitar alguns sites encontrei este material que segue.
    Nos diferentes aspectos da Dislexia, a DISGRAFIA é caracterizada por problemas com a Linguagem Escrita, que dificulta a comunicação de idéias e de conhecimentos através desse específico canal de comunicação. Há disléxicos sem problemas de coordenação psicomotora, com uma linguagem corporal harmônica e um traçado livre e espontâneo em sua escrita, embora, até, possam ter dificuldades com Leitura e/ou com a interpretação da Linguagem Escrita. Mas há disléxicos com graves comprometimentos no traçado de letras e de números. Eles podem cometer erros ortográficos graves, omitir, acrescentar ou inverter letras e sílabas. Sua dificuldade espacial se revela na falta de domínio do traçado da letra, subindo e descendo a linha demarcada para a escrita. Há disgráficos com letra mal grafada mas inteligível, porém outros cometem erros e borrões que quase não deixam possibilidade de leitura para sua escrita cursiva, embora eles mesmos sejam capazes de ler o que escreveram. É comum que disgráficos também tenham dificuldades em matemática.Existem teorias sobre as causas da Disgrafia; uma delas aborda o processo de integração do sentido visão com a coordenação do comando cerebral do movimento. É especialmente complicado para esses disléxicos, monitorar a posição da mão que escreve, com a coordenação do direcionamento espacial necessário à grafia da letra ou do número, integrados nos movimentos de fixação e alternância da visão. Por isto, eles podem reforçar pesadamente o lápis ou a caneta, no ponto de seu foco visual, procurando controlar o que a mão está traçando durante a escrita. Por isto, também podem inclinar a cabeça para tentar ajustar distorções de imagem em seu campo de fixação ocular. Disgráficos, com frequência, experimentam, em diferentes graus, sensação de insegurança e desequilíbrio com relação à gravidade, desde a infância. Podem surgir atrasos no desenvolvimento da marcha, dificuldades em subir e descer escadas, ao andar sobre bases em desnível ou em balanço; ao tentar aprender a andar de bicicleta, no uso de tesouras, ao amarrar os cordões dos sapatos, jogando ou apanhando uma bola.

    Tarefas que envolvem coordenação de movimentos com direcionamento visual podem chegar a ser, até, extremamente complicadas. Dos simples movimentos para seguir uma linha e, destes, para o refinamento da motricidade fina, que envolve o traçado da letra e do número e de suas seqüências coordenadas, podem transformar-se em trabalho especialmente laborioso. Razão porque se torna extremamente difícil para o disléxico aprender a escrever pela observação da seqüência de movimentos ensinadas pelo professor.

    Dificuldades também surgem na construção com blocos, no encaixe de quebra-cabeças, ao desenhar, ao tentar estabelecer valor e direcionamento ao movimento dos ponteiros do relógio na Leitura das horas. A escrita, para o disgráfico, pode tornar-se uma tarefa muito difícil e exaustiva, extremamente laboriosa e cansativa, podendo trazer os mais sérios reflexos para o desenvolvimento do ego dessa criança, desse jovem, a falta de entendimento, de diagnóstico e do imprescindível e adequado suporte psicopedagógico.

    É importante que os pais e professores evitem repreender a criança. Reforçar o aluno de forma positiva sempre que conseguir realizar uma conquista. Já na avaliação escolar é fundamental dar mais ênfase à expressão oral.


    sábado, 28 de agosto de 2010

    CONSTRUINDO CONCEITOS


    A turma da 5ª série construindo conceito referente ao emprego do adjetivo.
    Partimos então com uma dinâmica, cada aluno receberia uma folha branca nas costas. Então cada colega deveria pensa sobre os melhores qualidades a cada colega. Depois então exploramos o que é e qual a função do adjetivo. É importante estimular progressivamente ao educando com textos orais e escritos, que sejam significativos, que o leve a refletir,questionar-se, compreender, organizar e expor o pensamento. "O jogo é um fator didático altamente importante; mais do que um passatempo, ele é elemento indispensável para o processo de ensino-aprendizagem. Educação pelo jogo deve, portanto, ser a preocupação básica de todos os professores que têm intenção de motivar seus alunos ao aprendizado.",(TEIXEIRA, 1995, p. 49) No ensino da Língua Portuguesa, o lúdico contribui bastante na construção da escrita e da oralidade, possibilitando à concentração e entretenimento durante a aula, fazendo com que o educando sinta-se mais a seguro e mais estimulado a aprender.





    Depois de estudar alguns bairro do município de Imbé, as turmas do 3º ano A e B foram conhecer a nossa Capital. Já ao chegar a Porto Alegre os alunos ficaram encantados. Como afirma(Freire, 1996, p. 52) “Saber ensinar não é transferir conhecimentos, mas criar as possibilidades para sua própria produção e construção.” Foi esta mais uma oportunidade para cada um construir o aprendizado partindo das experiências com o real. Saímos das páginas dos livros didáticos e fomos conhecer um pouco da historia da Capital Gaúcha.A emoção foi tão grande que alguns alunos diziam "estou sonhando!" A maioria só foi a Porto Alegre ao ir até o hospital, assim conheciam pouco da história e da grandiosidade da mesma, pois moram em um pequeno município do Litoral Norte.Esta foi mais uma grande experiência que todos jamais esquecerão. "Educar é ser um artesão da personalidade, um poeta da inteligência, um semeador de ideias.” (Cury,2003,p.55) Por isso somos educadores!


    segunda-feira, 28 de junho de 2010










    Os PCNs contribui, com objetivos e propostas de trabalho com produções textuais mais significativa ao educando.
    "Conhecer e respeitar as diferentes variedades lingüísticas do português”. (PCNs, 2001p.41)
    Nós professores devemos proporcionar ao aluno momentos em que ele sinta -se instigado em aula a expressar suas opiniões, respeitando as variações lingüísticas e sendo respeitado.
    “Compreender os textos orais e escritos com os quais se defrontam em diferentes situações de participação social, interpretando-os corretamente e inferindo as intenções de quem os produz,” (PCNs, 2001p.41)
    É importante que o educador estimule progressivamente ao educando com textos orais e escritos, que sejam significativos, que o leve a refletir, questionar-se, compreender, organizar e expor o pensamento.Com muita reflexão e análise os alunos da 7ª série da turma 71 da escola Olavo Bilac leram,estudaram obras escolhidas na biblioteca escolar. Depois de compreender as diferentes situações das diversas obras, eles fizeram as maquetes representando o cenário, apresentando as mesmas aos colegas. Foi uma socialização de experiências muito rica a todos!

    sexta-feira, 25 de junho de 2010



    Como coloca(Freire, 1996, p. 52) "Saber ensinar não é transferir conhecimentos, mas criar as possibilidades para sua própria produção e construção.”
    O jogo não é simplesmente um passa-tempo para distrair os alunos, ao contrário, corresponde a profunda exigência do organismo e ocupa lugar de extraordinária importância na educação escolar. Ele estimula o crescimento, o desenvolvimento e a coordenação muscular, as faculdades intelectuais, a iniciativa individual, estimula a observar e conhecer as pessoas e as coisas do ambiente que vive. Os alunos do 3ºanoB construiram em sala de aula o jogo de dama, este com EVA. este que traz para cada um muitas gargalhadas com as mais diferentes jogadas e resultados.

    ESTUDANDO OS BAIRROS DE IMBÉ


    Depois de compreender o que é bairro e a sua importância,onde muitas perguntas surgiram em sala de aula. Fomos fazer um estudo de observação no município de Imbé. Assim os alunos do 3º ano B poderam relacionar a teoria da sala de aula com o concreto de alguns bairros que identificaram através das placas que os identificava. Com um olhar mais crítico salientaram os cuidados que a população deve ter com os mesmos, principalmente com o cuidado do lixo.A atividade foi culminada com um piquenique num dos pontos turísticos da cidade, O BRAÇO MORTO.

    quarta-feira, 9 de junho de 2010

    Mimeógrafo

    Muitos são os assuntos (meus alunos, teus aluno, o café está forte, ou fraco, e o chá que gosto é este?, além de vários planos , que vai do nascimento do primeiro filho , o cartão que estourou,...) na sala dos professores, em qualquer que seja a escola, seja ela pequena ou muito grande. Hoje na escola trabalho depois que uma colega passava uma atividade no “famoso” mimeógrafo , surgiu a grande questão. Quando surgiu esta máquina? Já que todas fomos unânimes, que ele acompanhou nossa história de vida escolar a muito tempo. Então resolvi pesquisar.
    O mimeógrafo teve larga utilização como meio barato de produção de cópias de textos, sobretudo nas escolas. Essa máquina, inventada no início do século XX, continuou praticamente o mesmo até a década de oitenta, quando surgiram máquinas computadorizadas que, utilizando o mesmo princípio básico, mas com grande melhora na qualidade da impressão, fizeram os mimeógrafos virarem peças de museu.
    Mimeógrafo é um instrumento utilizado para fazer cópias de papel escrito em grande escala e utiliza na reprodução um tipo de papel chamado estêncil e álcool.
    Um protótipo da máquina de impressão simples foi patenteada, em 8 de agosto de 1887, por Thomas Alva Edison, nos Estados Unidos (imagem).
    A patente foi deferida em 1880 e o nome Mimeógrafo foi utilizado pela primeira vez em 1887, por Albert Blake Dick, que foi licenciado por Edison para a produção da nova invenção.
    A máquina foi sendo aperfeiçoada, mantendo entretanto sua simplicidade de manuseio, incorporando-se uma pequena rotativa manual - o que permitia uma rápida reprografia de diversas cópias, nas pequenas tiragens.
    Particularmente eu acreditava que ele era um pouco antigo,coisa que a maioria das colegas discordavam. A certeza que temos é que ele continua fazendo parte da nossa realidade cotidiana. Embora estejamos vivendo com muita tecnologia, que é maravilhosa, mas às vezes dá pane, então voltamos ao mimeógrafo. E o alunos dizem que cheiro bom de álcool.

    quinta-feira, 3 de junho de 2010

    Poesia em sala de aula



    Os alunos da 5ª série estão lendo e declamando poesias de Olavo Bilac, Carlos Drummond, entre outros em sala de aula. Enfrentando o frio na barriga, a transpiração nas mãos , o famoso branco, enfim foi muito importante esta atividade. Com o objetivo de desenvolver a expressão oral, a postura,a imaginação através da leitura. Pensando assim, sugeri a turma a leitura antologia. No primeiro momento parecia difícil, mas depois a turma tomou gosto ao ir até à frente dos colegas e fala sobre o que leu durante uma semana.

    sábado, 19 de dezembro de 2009

    Momento como estes merecem registros,...



    "Ao ser convidada para participar do Gestar II,fiquei contente e ao mesmo tempo apreensiva. Sempre gostei de participar de encontros, fóruns e seminários,
    mas esse curso foi bem diferente de todos os que participei
    Nosso grupo era pequeno mas totalmente entrosado.Um apoiando o outro,
    trocando experiências, propondo mudanças profundas em todos nós. Mudanças essas que refletirão no trabalho com nossos alunos.
    A princípio assustei-me com a quantidade de livros para ler, as tarefas a cumprir e as atividades a serem aplicadas com os alunos; O curso seria longo e os encontros semanais.Fiquei temerosa de não dar conta do recado. Mesmo assim,escolhi
    uma das três sétimas que trabalho, tomei coragem e aceitei o desafio
    À medida que o curso foi se desenvolvendo, fui ficando cada vez mais envolvida e entusiasmada; O material é de ótima qualidade e é “meu”. Posso usa-lo
    nos próximos anos com minhas outras turmas.
    Em nossos encontros lemos,discutimos,refletimos, escolhemos atividades pa-
    ra aplicar com as turmas,o que era bem difícil, pois todas as atividades eram ótimas.
    Nossa formadora,professora Fabiana, fez um trabalho excelente! Sempre dis-
    posta, simpática, querida, esclarecia nossas dúvidas e conseguia transformar nossos encontros em horas prazerosas de conhecimento e amizade.
    Muitos conteúdos do Gestar, já tínhamos tido na Faculdade de Letras,mas não com essa visão e esclarecimento, Por isso, nos propomos a realizar encontros no próxi-
    mo ano letivo, para que possamos aprofundar nossos estudos nos livros do curso.
    Sabemos que a produção de textos e a leitura são dois processos que caminham paralelamente. Portanto essa renovação deve ser conjunta.
    A mudança deve ocorrer dentro de nós mesmos, e aí sim o professor vai poder mediar o conhecimento e fazer o aluno participante do processo de construção do conhecimento."ROSANE

    AVALIAÇÃO REFERENTE AO GESTAR II





    Avaliar toda esta etapa não é tarefa difícil. Foi maravilhoso!!!
    É no espaço da sala de aula que a diversidade se faz presente, onde o aluno relaciona as experiências de sua cultura com as vivências de seus pares, mediados pela ação educativa do professor.
    Essa ação mediadora deve contemplar a experimentação de materiais diversos e o GESTAR II enriqueceu o meu acervo. Proporcionou um ótimo material, me auxiliou na contextualização de vários conteúdos, atividades dinâmicas, interativas.
    Paulo Freire nos diz, com propriedade, que “aprender a ler, a escrever, alfabetizar-se é, antes de mais nada aprender a ler o mundo, a compreender o seu contexto, não numa manipulação mecânica de palavras, mas numa relação que vincula linguagem e realidade.”
    Valorizar as vivências, afinal, vivência é o processo individual construído no cotidiano cultural e social, e não pode ser desprezado.
    Ministrar aulas norteadas pelas idéias e propostas do GESTAR envolve alguns compromissos: disponibilidade, dedicação, estudo, valorização de experiências e dos conhecimentos prévios...
    Penso que tanto o material fornecido quanto os encontros me ajudaram a reconhecer e aperfeiçoar várias maneiras de propiciar o letramento.
    Nos momentos de construção individual e nos de coletiva, as reflexões acerca da minha prática pedagógica ficava mais rica. A cada encontro, eu me fortalecia mais...e mais.
    Acredito que o grupo participante e, principalmente, a professora formadora, com dedicação e competência, ministrou toda a teoria dos TPs e atividades significativas, as quais nos deixava com vontade do próximo encontro, contribuíram muito para esse fortalecimento. Vai deixar saudades!
    O GESTAR II incentivou o desejo de um GESTAR III. E por que não?
    VIVIANE DA RIVA

    terça-feira, 15 de dezembro de 2009

    ULTIMO ENCONTRO DE 2009







    Na bela tarde, nove de dezembro do corrente ano, no reunimos para concluir esta etapa do GESTAR II de 2009. Não foi diferente dos outros encontros, com muitas surpresas, animação e muito assunto. Eram muitas as novidades, pois não fazíamos reuniões desde meados do mês de novembro. Este encontro tinha um sentimento diferente, a nostalgia tomava conta dos nossos corações, entretanto a felicidades também estava expressa em nossas atitudes, era a realização do desafio que foi o GESTAR II para cada um de nós.

    HOMENAGEM AOS COLEGAS


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    Durante o ano letivo, muitas solicitações nos são feitas. A elaboração e execução dos projetos, as organizações das aulas para as diferentes turmas, preparação de avaliações e trabalhos fabulosos, enfim muitas burocracias que devemos dar contar durante este período. Nossa profissão exige muito de nós, chegamos até perder o sono com tanto afazeres. Este ano foi atípico, pois fomos desafiados com o programa GESTAR II. Este então muitas vezes nos perguntamos: “o que estou fazendo aqui?” “Mais coisas! Portfólio, blog, projeto. A Fabi está louca!” Louca sim, pois para aceitar o desafio que é o GESTAR II e a responsabilidade de trabalhar com professor extremamente experiente e exigente, porque não são quaisquer professores, entretanto são professores de Língua Portuguesa. O desafio foi lançado, e aqui estamos para concluir esta etapa de muita socialização de experiência, compartilhando figurinhas, dúvidas, angústias, além de muitos conceitos embasados nos famosos TPs e AAs. Sem esquecer-se das entre linhas com os deliciosos lanches, doces e do chimarrão. Fizemos tudo isso porque acreditamos que é possível trabalhar a Língua Portuguesa de modo mais prazeroso. Enfatizando a leitura, a produção textual,a experiência com os diferentes gêneros, sem deixar de lado alguns conceitos técnicos, além da gramática. Como afirma Augusto Cury em Pais brilhantes e Professores fascinantes “devemos desenvolver as emoções em nossos alunos” e Paulo Freire em Pedagogia da Autonomia coloca que “ nossa escuta é sensível”. Assim realizamos a nossa proposta de trabalho, sempre partindo dos conhecimentos prévios dos alunos, observando linguagem adequada e inadequada, coerência e coesão, pois coerência textual se constrói na relação entre o texto e seu contexto. Coesão Textual refere-se às relações de sentido que se estabelecem no interior do texto. Enfim trabalhamos, refletimos , estudamos, praticamos e algumas lembranças marcaram, como:

    Algumas lembranças que marcaram:A lembrança da história da professora Maluquinha da Rosane, além de ser especialista em fazer chimarrão, e socializar a suas famosas “figurinhas” com as coleguinhas.

    A Carmen também socializando “figurnhas” com as gurias e o Rafael, mas na dúvida cruel portfólio ou blog?? Portfólio, pois preciso de papéis, afirma. Porém deixou-se levar pela febre do blog e fez um belíssimo diário virtual.

    A Lisiane não foi diferente, também teve dúvidas, o que fazer? Blog ou Portfólio? O primeiro de início não saiu como ela queria, então fez um completo portfólio. Entretanto, não resistiu. Fez um criativo blog,relembrando a fábula da “cigarra e a formiga!” Sempre quieta como uma formiga, porém surpreendente.

    A gargalhada peculiar e marcante da Lizandra, jamais esqueceremos. Não poupando as palavras ao escrever até propôs aos alunos histórias ao contrário.

    A Vera com o seu pensamento filosófico, referente a realidade complexa dos alunos. Afirmando “Eles mudaram, já não são mais os mesmos de antes do GESTAR II!”

    A história dramatizada pela Inês, está foi incrível, além de dar uma nova roupagem a história da Chapeuzinho Vermelho, registrada no seu blog.

    A Andréa com jeito calmo e preocupada com sua ausência. Também com aquela diretora de Cidreira no seu pé, ninguém merece. Então ficava atualizada com a Inês, assim não perdia nada. Ao intertextualizar Chapeuzinho Vermelho e a Chapeuzinho Amarelo , deixou sua marca personalizada na personagem Chapeuzinho Vermelho.

    O Rafael apaixonado pela linguística, e com algumas ideias extravagantes e monstruosas. Prestativo as coleguinhas, além da contribuição tecnológica. O que seria da Fabi e do not sem o Rafael?

    A empolgação da Vivi ao socializar as experiências, dando vida a cada situação, sem deixar de que ela mais que uma colega, ela é uma parceira de tadas as horas.

    A Anéti com o olhar pensativo, preocupada com o teatro dos alunos. Portfólio, blog? Que dúvida, então aos 45 do segundo tempo, ela apresenta um seu trabalho. Este com a sua marca de profissional.

    Martiele com seu olhar centrado e observador, sempre procurava ficar informada de tudo o que acontecia nos encontros, então não economizava perguntas à Fabi. Assim fazendo o seu papel de coordenadora do GESTAR II, além das muitas funções das SMEC.

    A Fabi, está eu deixo para cada um pensar e analisar...

    Como afirma Fernando Pessoa, poeta português, “O valor das coisas não está no tempo em que elas duram, mas na intensidade com que elas acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis”. Momentos como estes que passamos juntos e Pessoas como vocês!

    FABIANA ASSUNÇÃO

    GESTAR II 2009

    quinta-feira, 26 de novembro de 2009


    COLEGAS A DATA DO ENCERRAMENTO DO GESTAR II, FOI TRANSFERIDA PARA O DIA 09.12.09, NO MESMO LOCAL E HORÁRIO. CONTO COM CADA UM DE VOCÊS!!!
    ESTOU COM SAUDADES DA TURMA E DAS SOCIALIZAÇÕES DAS NOSSAS EXPERIÊNCIAS!!!

    terça-feira, 17 de novembro de 2009

    O GESTAR TAMBÉM É INOVAÇÃO





    Nosso encontro de dez de novembro foi o mais diferente, pois fomos a Porto Alegre assistir um filme. Não contávamos com alguns imprevistos, como o atraso do motorista para nos levar, além da super lotação no teatro. Entretanto do “limão fizemos uma limonada”, ou seja, já que não assistimos à peça teatral, então prestigiamos um show em homenagem a Capital. Este foi muito divertido. Depois fomos socializar as atividades da semana, informalmente, ao jantarmos juntos. Foi uma experiência muito rica, pois rimos,discutimos, e ampliamos nossos conhecimentos, esta que queremos repetir numa próxima oportunidade. Como afirma Jairo de Paula “A comunicação deve ser entendida como princípio básico para o entendimento humano, em que cada um tem abertura para expor suas ideias, posicionando-se claramente e podendo mudar de opinião quando for necessário, criar situações possíveis para desenvolver a segurança, investigar as diferentes realidades e descobrir o prazer de aprender com o outro.” (2002,p.95)Esta foi mais uma oportunidade para que pudéssemos nos entender a partir da comunicação, onde crescemos juntos, com as nossas socializações, conforme cada realidade.




    quinta-feira, 5 de novembro de 2009








    Na tarde de 04 de novembro depois do momento de reflexão com a música “Eu vou seguir”, foi difícil não lembrar que estamos próximos a concluir esta etapa de encontros do GESTAR II, que muito contribui para a nossa formação e prática pedagógica. O espírito de aflição e a saudade estão explícitos nas nossas atitudes. Certos momentos que remos, falar juntas ao mesmo tempo, pelo excesso de informações. E um assunto logo puxa outro.Percebemos que esta parada, semanalmente, para estudar determinados conceitos,depois colocarmos em prática, sempre fazendo os devidos registro e a socialização dos mesmos são riquíssimos. Assim concluímos que é importante que possamos dar sequencia no próximo ano, mas não depende só do nosso desejo.
    Prosseguimos com os relatos das experiências
    Fizemos a reflexão dos textos do TP2 - Unidades 5 e 6. Assistimos o vídeo "O Assalto" que complementa o tema desta unidade: "A Gramática e Seus Vários Sentidos". Discutimos as questões da gramática normativa, descritiva estudadas no TP2.
    Pensando em muitos conceitos estudados,passamos para uma parte mais dinâmica.Com os objetivos de socializar, mantendo a união do grupo proporcionando condutas de boa convivência; observar características de personalidade de cada um para maior conhecimento do grupo com o qual vai trabalhar, dando espaço para expressarem seus sentimentos; estimulando o gosto e prazer pelas aulas de Língua Portuguesa dando continuidade ao trabalho com a nova proposta. Além de confrontar diferentes abordagens com um mesmo tema e produzir textos que sejam significativos. Pedi as colegas para pensarem numa palavra muito importante, uma palavra que gostassem muito, de ouvir, de falar, de escrever, enfim, a palavra preferida. Depois de eleita a palavra esta deveria ser escrita por cada um, em letras grandes, no centro de um papel almaço, ou no quadro. A culminância da atividade é a produção de um texto individual onde todas as palavras relacionadas e a preferida, deveriam constar. Deixando livres para cada um escolher o gênero a ser produzido como: acróstico, um poema, uma história...
    Segue alguns textos das colegas:

    alEgria
    Deus
    cUra
    Comportamento
    Amor
    aÇão
    paiÃo
    Orgulho (Lisiane e Andréa)

    Quem diria o amor...
    O amoré um caso sério,de alegria, sentimentos e mistérios.

    Ele está em todas,...
    Na educação, no casamento.
    Amor de pai para filho, filho para mãe, mas com muito comprometimento.

    Também conversamos sobre o projeto, trocamos ideias e esclarecemos algumas dúvidas.

    Sentimentos o amor de várias formas.
    Basta querer e saber compreender.

    Assim se faz o amor:
    Com alegria ou dor
    Cheio de esperanças e muito fervor.
    Só Deus explica o amor. (Carmem Schorr)
    Depois foi feita a leitura dos belos textos.