sábado, 19 de dezembro de 2009

Momento como estes merecem registros,...



"Ao ser convidada para participar do Gestar II,fiquei contente e ao mesmo tempo apreensiva. Sempre gostei de participar de encontros, fóruns e seminários,
mas esse curso foi bem diferente de todos os que participei
Nosso grupo era pequeno mas totalmente entrosado.Um apoiando o outro,
trocando experiências, propondo mudanças profundas em todos nós. Mudanças essas que refletirão no trabalho com nossos alunos.
A princípio assustei-me com a quantidade de livros para ler, as tarefas a cumprir e as atividades a serem aplicadas com os alunos; O curso seria longo e os encontros semanais.Fiquei temerosa de não dar conta do recado. Mesmo assim,escolhi
uma das três sétimas que trabalho, tomei coragem e aceitei o desafio
À medida que o curso foi se desenvolvendo, fui ficando cada vez mais envolvida e entusiasmada; O material é de ótima qualidade e é “meu”. Posso usa-lo
nos próximos anos com minhas outras turmas.
Em nossos encontros lemos,discutimos,refletimos, escolhemos atividades pa-
ra aplicar com as turmas,o que era bem difícil, pois todas as atividades eram ótimas.
Nossa formadora,professora Fabiana, fez um trabalho excelente! Sempre dis-
posta, simpática, querida, esclarecia nossas dúvidas e conseguia transformar nossos encontros em horas prazerosas de conhecimento e amizade.
Muitos conteúdos do Gestar, já tínhamos tido na Faculdade de Letras,mas não com essa visão e esclarecimento, Por isso, nos propomos a realizar encontros no próxi-
mo ano letivo, para que possamos aprofundar nossos estudos nos livros do curso.
Sabemos que a produção de textos e a leitura são dois processos que caminham paralelamente. Portanto essa renovação deve ser conjunta.
A mudança deve ocorrer dentro de nós mesmos, e aí sim o professor vai poder mediar o conhecimento e fazer o aluno participante do processo de construção do conhecimento."ROSANE

AVALIAÇÃO REFERENTE AO GESTAR II





Avaliar toda esta etapa não é tarefa difícil. Foi maravilhoso!!!
É no espaço da sala de aula que a diversidade se faz presente, onde o aluno relaciona as experiências de sua cultura com as vivências de seus pares, mediados pela ação educativa do professor.
Essa ação mediadora deve contemplar a experimentação de materiais diversos e o GESTAR II enriqueceu o meu acervo. Proporcionou um ótimo material, me auxiliou na contextualização de vários conteúdos, atividades dinâmicas, interativas.
Paulo Freire nos diz, com propriedade, que “aprender a ler, a escrever, alfabetizar-se é, antes de mais nada aprender a ler o mundo, a compreender o seu contexto, não numa manipulação mecânica de palavras, mas numa relação que vincula linguagem e realidade.”
Valorizar as vivências, afinal, vivência é o processo individual construído no cotidiano cultural e social, e não pode ser desprezado.
Ministrar aulas norteadas pelas idéias e propostas do GESTAR envolve alguns compromissos: disponibilidade, dedicação, estudo, valorização de experiências e dos conhecimentos prévios...
Penso que tanto o material fornecido quanto os encontros me ajudaram a reconhecer e aperfeiçoar várias maneiras de propiciar o letramento.
Nos momentos de construção individual e nos de coletiva, as reflexões acerca da minha prática pedagógica ficava mais rica. A cada encontro, eu me fortalecia mais...e mais.
Acredito que o grupo participante e, principalmente, a professora formadora, com dedicação e competência, ministrou toda a teoria dos TPs e atividades significativas, as quais nos deixava com vontade do próximo encontro, contribuíram muito para esse fortalecimento. Vai deixar saudades!
O GESTAR II incentivou o desejo de um GESTAR III. E por que não?
VIVIANE DA RIVA

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

ULTIMO ENCONTRO DE 2009







Na bela tarde, nove de dezembro do corrente ano, no reunimos para concluir esta etapa do GESTAR II de 2009. Não foi diferente dos outros encontros, com muitas surpresas, animação e muito assunto. Eram muitas as novidades, pois não fazíamos reuniões desde meados do mês de novembro. Este encontro tinha um sentimento diferente, a nostalgia tomava conta dos nossos corações, entretanto a felicidades também estava expressa em nossas atitudes, era a realização do desafio que foi o GESTAR II para cada um de nós.

HOMENAGEM AOS COLEGAS


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Durante o ano letivo, muitas solicitações nos são feitas. A elaboração e execução dos projetos, as organizações das aulas para as diferentes turmas, preparação de avaliações e trabalhos fabulosos, enfim muitas burocracias que devemos dar contar durante este período. Nossa profissão exige muito de nós, chegamos até perder o sono com tanto afazeres. Este ano foi atípico, pois fomos desafiados com o programa GESTAR II. Este então muitas vezes nos perguntamos: “o que estou fazendo aqui?” “Mais coisas! Portfólio, blog, projeto. A Fabi está louca!” Louca sim, pois para aceitar o desafio que é o GESTAR II e a responsabilidade de trabalhar com professor extremamente experiente e exigente, porque não são quaisquer professores, entretanto são professores de Língua Portuguesa. O desafio foi lançado, e aqui estamos para concluir esta etapa de muita socialização de experiência, compartilhando figurinhas, dúvidas, angústias, além de muitos conceitos embasados nos famosos TPs e AAs. Sem esquecer-se das entre linhas com os deliciosos lanches, doces e do chimarrão. Fizemos tudo isso porque acreditamos que é possível trabalhar a Língua Portuguesa de modo mais prazeroso. Enfatizando a leitura, a produção textual,a experiência com os diferentes gêneros, sem deixar de lado alguns conceitos técnicos, além da gramática. Como afirma Augusto Cury em Pais brilhantes e Professores fascinantes “devemos desenvolver as emoções em nossos alunos” e Paulo Freire em Pedagogia da Autonomia coloca que “ nossa escuta é sensível”. Assim realizamos a nossa proposta de trabalho, sempre partindo dos conhecimentos prévios dos alunos, observando linguagem adequada e inadequada, coerência e coesão, pois coerência textual se constrói na relação entre o texto e seu contexto. Coesão Textual refere-se às relações de sentido que se estabelecem no interior do texto. Enfim trabalhamos, refletimos , estudamos, praticamos e algumas lembranças marcaram, como:

Algumas lembranças que marcaram:A lembrança da história da professora Maluquinha da Rosane, além de ser especialista em fazer chimarrão, e socializar a suas famosas “figurinhas” com as coleguinhas.

A Carmen também socializando “figurnhas” com as gurias e o Rafael, mas na dúvida cruel portfólio ou blog?? Portfólio, pois preciso de papéis, afirma. Porém deixou-se levar pela febre do blog e fez um belíssimo diário virtual.

A Lisiane não foi diferente, também teve dúvidas, o que fazer? Blog ou Portfólio? O primeiro de início não saiu como ela queria, então fez um completo portfólio. Entretanto, não resistiu. Fez um criativo blog,relembrando a fábula da “cigarra e a formiga!” Sempre quieta como uma formiga, porém surpreendente.

A gargalhada peculiar e marcante da Lizandra, jamais esqueceremos. Não poupando as palavras ao escrever até propôs aos alunos histórias ao contrário.

A Vera com o seu pensamento filosófico, referente a realidade complexa dos alunos. Afirmando “Eles mudaram, já não são mais os mesmos de antes do GESTAR II!”

A história dramatizada pela Inês, está foi incrível, além de dar uma nova roupagem a história da Chapeuzinho Vermelho, registrada no seu blog.

A Andréa com jeito calmo e preocupada com sua ausência. Também com aquela diretora de Cidreira no seu pé, ninguém merece. Então ficava atualizada com a Inês, assim não perdia nada. Ao intertextualizar Chapeuzinho Vermelho e a Chapeuzinho Amarelo , deixou sua marca personalizada na personagem Chapeuzinho Vermelho.

O Rafael apaixonado pela linguística, e com algumas ideias extravagantes e monstruosas. Prestativo as coleguinhas, além da contribuição tecnológica. O que seria da Fabi e do not sem o Rafael?

A empolgação da Vivi ao socializar as experiências, dando vida a cada situação, sem deixar de que ela mais que uma colega, ela é uma parceira de tadas as horas.

A Anéti com o olhar pensativo, preocupada com o teatro dos alunos. Portfólio, blog? Que dúvida, então aos 45 do segundo tempo, ela apresenta um seu trabalho. Este com a sua marca de profissional.

Martiele com seu olhar centrado e observador, sempre procurava ficar informada de tudo o que acontecia nos encontros, então não economizava perguntas à Fabi. Assim fazendo o seu papel de coordenadora do GESTAR II, além das muitas funções das SMEC.

A Fabi, está eu deixo para cada um pensar e analisar...

Como afirma Fernando Pessoa, poeta português, “O valor das coisas não está no tempo em que elas duram, mas na intensidade com que elas acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis”. Momentos como estes que passamos juntos e Pessoas como vocês!

FABIANA ASSUNÇÃO

GESTAR II 2009

quinta-feira, 26 de novembro de 2009


COLEGAS A DATA DO ENCERRAMENTO DO GESTAR II, FOI TRANSFERIDA PARA O DIA 09.12.09, NO MESMO LOCAL E HORÁRIO. CONTO COM CADA UM DE VOCÊS!!!
ESTOU COM SAUDADES DA TURMA E DAS SOCIALIZAÇÕES DAS NOSSAS EXPERIÊNCIAS!!!

terça-feira, 17 de novembro de 2009

O GESTAR TAMBÉM É INOVAÇÃO





Nosso encontro de dez de novembro foi o mais diferente, pois fomos a Porto Alegre assistir um filme. Não contávamos com alguns imprevistos, como o atraso do motorista para nos levar, além da super lotação no teatro. Entretanto do “limão fizemos uma limonada”, ou seja, já que não assistimos à peça teatral, então prestigiamos um show em homenagem a Capital. Este foi muito divertido. Depois fomos socializar as atividades da semana, informalmente, ao jantarmos juntos. Foi uma experiência muito rica, pois rimos,discutimos, e ampliamos nossos conhecimentos, esta que queremos repetir numa próxima oportunidade. Como afirma Jairo de Paula “A comunicação deve ser entendida como princípio básico para o entendimento humano, em que cada um tem abertura para expor suas ideias, posicionando-se claramente e podendo mudar de opinião quando for necessário, criar situações possíveis para desenvolver a segurança, investigar as diferentes realidades e descobrir o prazer de aprender com o outro.” (2002,p.95)Esta foi mais uma oportunidade para que pudéssemos nos entender a partir da comunicação, onde crescemos juntos, com as nossas socializações, conforme cada realidade.




quinta-feira, 5 de novembro de 2009








Na tarde de 04 de novembro depois do momento de reflexão com a música “Eu vou seguir”, foi difícil não lembrar que estamos próximos a concluir esta etapa de encontros do GESTAR II, que muito contribui para a nossa formação e prática pedagógica. O espírito de aflição e a saudade estão explícitos nas nossas atitudes. Certos momentos que remos, falar juntas ao mesmo tempo, pelo excesso de informações. E um assunto logo puxa outro.Percebemos que esta parada, semanalmente, para estudar determinados conceitos,depois colocarmos em prática, sempre fazendo os devidos registro e a socialização dos mesmos são riquíssimos. Assim concluímos que é importante que possamos dar sequencia no próximo ano, mas não depende só do nosso desejo.
Prosseguimos com os relatos das experiências
Fizemos a reflexão dos textos do TP2 - Unidades 5 e 6. Assistimos o vídeo "O Assalto" que complementa o tema desta unidade: "A Gramática e Seus Vários Sentidos". Discutimos as questões da gramática normativa, descritiva estudadas no TP2.
Pensando em muitos conceitos estudados,passamos para uma parte mais dinâmica.Com os objetivos de socializar, mantendo a união do grupo proporcionando condutas de boa convivência; observar características de personalidade de cada um para maior conhecimento do grupo com o qual vai trabalhar, dando espaço para expressarem seus sentimentos; estimulando o gosto e prazer pelas aulas de Língua Portuguesa dando continuidade ao trabalho com a nova proposta. Além de confrontar diferentes abordagens com um mesmo tema e produzir textos que sejam significativos. Pedi as colegas para pensarem numa palavra muito importante, uma palavra que gostassem muito, de ouvir, de falar, de escrever, enfim, a palavra preferida. Depois de eleita a palavra esta deveria ser escrita por cada um, em letras grandes, no centro de um papel almaço, ou no quadro. A culminância da atividade é a produção de um texto individual onde todas as palavras relacionadas e a preferida, deveriam constar. Deixando livres para cada um escolher o gênero a ser produzido como: acróstico, um poema, uma história...
Segue alguns textos das colegas:

alEgria
Deus
cUra
Comportamento
Amor
aÇão
paiÃo
Orgulho (Lisiane e Andréa)

Quem diria o amor...
O amoré um caso sério,de alegria, sentimentos e mistérios.

Ele está em todas,...
Na educação, no casamento.
Amor de pai para filho, filho para mãe, mas com muito comprometimento.

Também conversamos sobre o projeto, trocamos ideias e esclarecemos algumas dúvidas.

Sentimentos o amor de várias formas.
Basta querer e saber compreender.

Assim se faz o amor:
Com alegria ou dor
Cheio de esperanças e muito fervor.
Só Deus explica o amor. (Carmem Schorr)
Depois foi feita a leitura dos belos textos.

PT1 RELACINADO AO FILME "O LEITOR"






À noite de 27 de outubro nosso encontro não foi muito diferente dos anteriores, pois temos muitos assuntos e pouco tempo, além do dia com tantos afazeres.
O filme “O Leitor” assistido na semana anterior gerou muitos comentários, mas podemos relacioná-lo a nossa pratica pedagógica, simultaneamente aos estudos do TP1. O debate e considerações sobre os tópicos foram bem intensos. Enfatizamos os conceitos de texto verbal, criado com palavras, e o texto não-verbal, criado por outras linguagens que prescindem da palavra, como o desenho, a pintura, a fotografia,a música, a mímica são exemplos de linguagem não-verbal. Além da importância do trabalho com o texto, sendo desenvolvido de modo intertextualizado. Como resumos, adaptações, traduções tendem a ser paráfrases. Esta é o tipo de intertextualidade em que são conservados a idéia e o fio condutor do original.
A originalidade dos processos intertextuais deve-se muito ao ponto de vista , questão das mais importantes em qualquer forma de interação. O ponto de vista é o lugar ou o ângulo de onde cada interlocutor participa do processo de interação. Ele não revela simplesmente as posições do locutor: pode ser usado para criar posições e emoções no interlocutor.
Daí a importância de sua análise, quando estamos interpretando e avaliando as
situações de comunicação. O trabalho com esses dois assuntos é fundamental, no sentido de tornar nossos olhos e ouvidos mais sensíveis e mais críticos com relação à própria vida.
O estudo dos TP, os depoimentos, as contribuições, a socialização das experiências são momentos preciosos e muito valorizados pelo grupo excelente de professores. A cada encontro o brilho nos olhares dos colegas ao relatarem as atividades. É possível perceber que eles saem mais confiantes e convencidos de que o Gestar está contribuindo para o aprimoramento teórico e prático, e consequentemente melhorando rendimento dos alunos.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

VARIAÇÃO LINGUÍSTICA TP1

























À tarde do dia vinte e um de outubro foi de muitas risadas, emoções envolvidas por muita criatividade. No primeiro momento as gurias fizeram a motivação do encontro apresentando uma obra literária, com o objetivo de incentivar a leitura da mesma. Esta era uma proposta do encontro anterior, do TP 6, oficina 12, porém por falta de tempo, deixamos para concluí-la agora. Foi muito divertido, rimos bastante, pois as colegas não pouparam dinamismo no figurino e na produção.
As cursistas estão empolgadas e satisfeitas com os resultados que vem percebendo com as sugestões apresentadas pelo Gestar e principalmente com as socializações das atividades, assim prosseguimos para os relatos das atividades realizadas durante a semana, esta que vem fortalecendo e enriquecendo o fazer pedagógico.
Como neste dia tínhamos combinado de fazer a leitura do PT1, que aborda “Variantes Linguísticas: dialetos e registros”, podemos compreender alguns conceitos referente à cultura e língua, sendo a primeira entendida como o conjunto de formas de fazer, pensar e sentir de uma pessoa ou de uma sociedade, é uma construção histórica e varia no espaço e no tempo.Já a língua é, ao mesmo tempo, a melhor expressão da cultura e um forte elemento de sua transformação. A língua tem o mesmo caráter dinâmico da cultura. Os dialetos, como as línguas, preenchem as necessidades do grupo social que os usa, não havendo, portanto, um melhor do que outro. Já o registro é a variante escolhida pelo sujeito em cada ato específico de comunicação, segundo o contexto. Depois de muito estudo, discussão, relações com a prática, enfim, fomos assistir o filme, “O Leitor”, sugestão do profº Mauricio. No próximo encontro faremos os comentários sobre o filme com o assunto estudado.
A história de O Leitor conta o relacionamento entre Michael Berg e Hanna, no começo, o jovem Michael, um aborrescente, acaba se apaixonando pela Hanna, mulher mais velha que esconde um segredo (nem tão secreto assim no filme).
Por um verão, eles vivem esse relacionamento, que deixará profundas marcas no jovem Michael. Fora o sexo que rola, uma das coisas que os amantes mais fazem é apreciar livros. Sempre como ouvinte, Hanna apenas escuta seu amante, Michael, lendo várias obras em voz alta, entre clássicos e livros que eu nunca ouvi falar.
O relacionamento dura até que o dia em que Hanna foge, desaparecendo da vida de Michael... Até alguns anos mais tarde, quando ele, já um estudante de direito, a revê, sendo julgada num tribunal por crimes de guerra. Então, ele deve tomar uma decisão, que afetará profundamente não só a vida dela, mas dele mesmo, pelo peso que a decisão traz.
Com este filme podemos destacar o processo de escrita e a função da mesma na vida de Hanna.
Todos os professores estão otimistas com relação aos trabalhos que vem desenvolvendo. Há algumas dificuldades, porém os pontos positivos são mais relevantes. Entretanto já estão sentindo uma certa nostalgia, pois estamos nos encaminhando para os últimos encontros do Gestar neste ano.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

UNIDADE 23 E 24.




O encontro do dia treze de outubro, foi iniciado com a mensagem “VIDA DE INSETO,LIDERANDO E MOTIVANDO EQUIPES”,mais uma vez organizada pela professora Viviane da Riva,esta que trouxe uma bela mensagem para refletir e relacionar com nossa profissão.Ainda aproveitando o momento salientei o papel de ser professor, e da união que precisamos ter constantemente.Para perceber o espírito de coleguismo e união propus às colegas a dinâmica de complemento.


Eu sou uma camisa sem botão.


Eu sou o botão da sua camisa.

Eu sou uma calça sem zíper.


Eu sou o zíper da sua calça.

Eu sou uma cabeça sem pescoço.


Eu sou o pescoço da sua cabeça.

Eu sou um pé sem sapato.


Eu sou o sapato do seu pé.

Eu sou uma mala sem alça.


Eu sou a alça da sua mala
Eu sou uma xícara sem asa.
Eu sou a asa da sua xícara.
Eu sou um carro sem volante.
Eu sou o volante do seu carro.
Eu sou uns óculos sem lentes.
Eu sou as lentes dos seus óculos.
Eu sou um avião sem asas.
Eu sou as asas do seu avião.
Eu sou uma saia sem elástico
Eu sou o elástico da sua saia.
Eu sou uma floresta sem árvores.
Eu sou as árvores da sua floresta.
Eu sou um livro sem páginas.
Eu sou as páginas do seu livro.
Eu sou um céu sem estrelas.
Eu sou as estrelas do seu céu.
Eu sou um rádio sem som.
Eu sou o som do seu rádio.
Eu sou uma rosa sem pétalas.
Eu sou as pétalas da sua rosa.
Eu sou uma árvore sem frutos.
Eu sou o fruto da sua árvore.
Eu sou um jardim sem flores.
Eu sou as flores do seu jardim.
Eu sou um circo sem espetáculo.
Eu sou o espetáculo do seu circo.
Eu sou uma banda sem músico.
Eu sou o músico da sua banda.
Eu sou um mar sem peixe.
Eu sou o peixe do seu mar.
Eu sou um deserto sem oásis
Eu sou o oásis do seu deserto.
Eu sou uma empada sem azeitona.
Eu sou a azeitona da sua empada.
Eu sou um pão sem manteiga.
Eu sou a manteiga do seu pão.
Também fiz à entrega de uma lembrança, lápis, as colegas pelo nosso dia.
Na sequência fizemos os relatos das atividades desenvolvidas com os alunos, referente às Unidades 21 e 22 do TP6. As cursistas estão empolgadas e satisfeitas com os resultados que vem alcançando com o envolvimento dos alunos. O Programa está sendo bem aceito pelo grupo e muito elogiado. Simultaneamente ao delicioso lanche, fizemos a explanação 23 e 24 do TP6, destacando e relacionando a experiência em sala de aula conforme cada realidade.
Depois de muitos comentários podemos colocar em prática a teoria vista. Então fizemos a atividade sugerida no TP.
Marque A nas atividades que você considera A DEQUADAS e I, nas que considera INADEQUADAS.
( ) a) Exigiria que todos lessem o livro, para, algumas semanas depois, avaliar a leitura na prova trimestral.
( ) b) Como elemento surpresa, pediria ao melhor aluno em leitura que lesse em voz alta o texto para os colegas, em primeira mão.
( ) c) Levaria o livro para a turma e exploraria a capa e principalmente o trocadilho do título do livro.
( ) d) Aproveitaria o texto para ajudar o aluno a conjugar adequadamente o imperativo,ou os tempos do pretérito dos verbos que aparecem no trecho.
( ) e) Aproveitaria os títulos indicados para explicar aos alunos por que eles constituiriam a leitura obrigatória, ao longo do ano, por serem muito bons.
( ) f) Aproveitaria os títulos para apresentar a biografia dos autores, enfatizando onde e quando nasceram.
( ) g) Aproveitaria o título das obras para apresentar as personagens principais e o assunto de cada uma, para os alunos escolherem o que ler.
Atividade esta que gerou certa discussão, claro no bom sentido. Pois assim, relacionamos a nossa prática.
Logo passamos para outra atividade, em duplas ou trios de trabalhos. Pedi as gurias para irem até a biblioteca e retirarem uma obra literária, que considerassem adequadas para a série com a qual trabalham.
Algumas sugestões de livros, para apresentarem a seus alunos.
Lembrando de que a variedade deveria ser importante, para que o aluno, naquele momento os colegas, tivessem interesse pelo menos um dos livros. A partir dessa apresentação, poderiam discutir a qualidade da obra e sua adequação para a série, ou para seus alunos, especificamente. Pensando na importância de variar a apresentação, para que fossem bem criativa e atraente para o leitor.
Foi uma atividade interessante, porém o tempo que foi pouco, então combinamos de concluí-la no próximo encontro. AGUARDE E CONFIE!!

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

ACORDO ORTOGRÁFICO

Reforma Ortográfica Estamos no último trimestre do ano letivo e quase não se fala no novo acordo ortográfico.Deixo aqui um registro ele está aí, se continuará é uma outra história.As novas regras ortográficas já estão valendo desde o dia 1º de janeiro de 2009, e de acordo com o decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, haverá um período de transição até 2012 em que serão válidas as duas formas de escrever: a antiga e a nova.Acentuação dos ditongos das palavras paroxítonasSome o acento dos ditongos (quando há duas vogais na mesma sílaba) abertos éi e ói das palavras paroxítonas (as que têm a penúltima sílaba mais forte):idéia - ideiabóia - boiaasteróide - asteroideCoréia - Coreiaplatéia - plateiaassembléia - assembleiaheróico - heroicoestréia - estreiaparanóia - paranoiaEuropéia - Europeiaapóio - apoiojibóia - jiboiajóia - joiaATENÇÃO! As palavras oxítonas como herói, papéis, troféu mantêm o acento.
Acento circunflexo em letras dobradasDesaparece o acento circunflexo das palavras terminadas em êem e ôo (ou ôos):crêem - creemlêem - leemdêem - deemvêem - veemprevêem - preveemenjôo - enjoovôos - voos
Acento agudo de algumas palavras paroxítonasSome o acento no i e no u fortes depois de ditongos (junção de duas vogais), em palavras paroxítonas:
baiúca - baiucabocaiúva - bocaiuvafeiúra - feiura
ATENÇÃO! Se o i e o u estiverem na última sílaba, o acento continua como em: tuiuiú ou Piauí
Acento diferencialSome o acento diferencial (aquele utilizado para distinguir timbres vocálicos):
pêlo - pelopára - parapólo - polopêra - peracôa - coa
ATENÇÃO! Não some o acento diferencial em pôr (verbo) / por (preposição) e pôde (pretérito) / pode (presente). Fôrma, para diferenciar de forma, pode receber acento circunflexo.
Acento diferencialSome o acento diferencial (aquele utilizado para distinguir timbres vocálicos):
pêlo - pelopára - parapólo - polopêra - peracôa - coa
ATENÇÃO! Não some o acento diferencial em pôr (verbo) / por (preposição) e pôde (pretérito) / pode (presente). Fôrma, para diferenciar de forma, pode receber acento circunflexo.
Acento agudo no u forteDesaparece o acento agudo no u forte nos grupos gue, gui, que, qui, de verbos como averiguar, apaziguar, arguir, redarguir, enxaguar:
averigúe - averigueapazigúe - apazigueele argúi - ele arguienxagúe você - enxague você
ATENÇÃO! As demais regras de acentuação permanecem as mesmas.
AlfabetoInclusão de três letrasPassa a ter 26 letras, ao incorporar as letras “k“, “w” e “y“.
Grafia de PortugalAlterações limitadas a PortugalDesaparecem o c e o p de palavras em que essas letras não são pronunciadas:
acção - açãoacto - atoadopção - adoçãoóptimo - ótimo
Eliminação do hífen em alguns casosO hífen não será mais utilizado nos seguintes casos:1. Quando o prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa com uma vogal diferente:
extra-escolar - extraescolaraero-espacial - aeroespacialauto-estrada - autoestrada
2. Quando o segundo elemento começa com s ou r, devendo estas consoantes serem duplicadas:
anti-religioso - antirreligiosoanti-semita - antissemitacontra-regra - contrarregrainfra-som - infrassom
ATENÇÃO! O hífen será mantido quando o prefixo terminar em r-Exemplos: hiper-requintado, inter-resistente, super-revista.
Extinção do trema Desaparece em todas as palavras:
freqüente - frequentelingüiça - linguiçaseqüestro - sequestro
ATENÇÃO! O trema permanece em nomes como Müller ou Citröen.
Fonte: http://www.reformaortografica.com/

quinta-feira, 8 de outubro de 2009










Começamos fazendo uma reflexão Vangelis Hymne (vídeo) assim podemos nos desligar um pouco do dia exaustivo que tivemos.Essa oficina foi diferente das demais, estávamos com saudades, pois ficamos quinze dias sem fazer o nosso maravilhoso encontro, devido à segunda etapa do GESTAR II. Pra começar as colegas queriam saber como foi ao nosso encontro em Porto Alegre, 28.09 a 02.10. As colegas com muita empolgação colocaram como estão os projetos, que estão dando os últimos “arremates”, ficando estes belíssimos. Prosseguimos organizando o cronograma do próximo mês, para o nosso espanto estamos chegando à etapa final do GESTAR II.No segundo momento, fizemos a socialização das experiências das duas semanas, estas estão cada vez melhores. Os professores estão gostando de aplicá-las e os alunos têm gosto em desenvolvê-las. O Programa está sendo bem aceito pelo grupo e muito elogiado.
Logo passamos para a leitura da unidade 21 salientando a ARGUMENTAÇÃO E LINGUAGEM. Depois de uma breve discussão, no bom sentido, sobre os conceitos de diversos argumentos e de tese. Assistimos Despedida de uma vogal em vídeo, assim podemos relacionar com a teoria estudada. Para que os estudos, reflexões pudessem ficar mais claros, passamos para a prática. Então pedi aos cursistas para escolherem e retirarem um dos objetos que estavam em uma bolsa, ( alguns dos objetos estavam com defeito) com o objetivo de, em dupla ou trio, produzir uma propaganda do produto, escolhendo argumentos convincentes e adequados a um determinado público e usando o suporte como mais uma estratégia para vender tal produto. O resultado foi um incrível, muita criatividade para colocar tudo em prática. Então não foram feitas as apresentações, pois ficaram para o próximos encontro. Para encerrar o encontro pensamos sobre o seguinte pensamento (Tiago de Melo) ”Não tenho um caminho novo. O que eu tenho de novo é um jeito de caminhar” .

terça-feira, 29 de setembro de 2009

HORÓSCOPO



Depoimentos, sociabilizações de experiências, TPs, AAs, filme, reflexões, argumentos, camisetas,reencontros,balas, chimarrão,enfim, isto é somente uma pequena mostra do que está sendo o 2º encontro do GESTAR ll, em POA.
Entre várias atividades, deixo aqui registra a que gerou muitos risos.
Depois de conhecer melhor o município da colega Laura, além de saborear as deliciosas balas, construímos um texto, observando o gênero e o tipo.
Ao escolher uma bala deveríamos cuidar a cor do papel da que a colega da esquerda havia escolhido e construir um horóscopo para a mesma, assim sucessivamente, dando sequência a atividade , que depois foi compartilhada com muitas gargalhadas..
HORÓSCOPO
Conforme a cor de sua bala. Minha estimada amiga, tudo indica que sua estada em POA, nesta semana, lhe trará muitas novidades, conhecimentos e fortalecerá suas amizades.
Como o azul da imensidão do mar, suas ações e palavras na caminhada do GESTAR ll,marcas significativas irão deixar.

domingo, 27 de setembro de 2009

2º ENCONTRO do GESTAR II


Orgamizando os TPs, agenda, chimarrão, máquina fotografica,...nada pode ser esquecido .Levantar cedo (ou dormir pouco) rumo a Porto Alegre para o tão esperado 2º encontro, que ocorrerá do dia 28.09 a 02.10. Certamente todos estamos com grandes expectativas.Como afirma Augusto Cury "As informações são guardadas na memória, as experiências são cravadas no coração." Acredito que muitas serão as sociabilizações reunidas em diferentes costumes envolvidos num único assunto O GESTAR II, assim muitas serão as informações interligadas as experiências. Lembrando Piaget e Vigostky "É na relação com o outro que o homem constrói e reconstrói o seu conhecimento."
BOM ENCONTRO PARA NÓS!!

RESENHA - CRÍTICA : LETRAMENTO E PROCESSO DE LEITURA




Existe uma diferença entre saber ler e escrever, ser alfabetizado, e viver na condição ou estado de quem sabe ler e escrever, ser letrado.Os nossos slunos devem ser alfabetizados e letrados.O letramento se refere aos modos comque a escrita se apresenta na nossa sociedade, seus usos e as funções nas diferentes situações comunicativas em que é utilizada coletiva e pessoalmente.Na verdade aprendemos a ler e escrever à medida que nos alfabetizamos ao longo da vida e adquirimos experiência nas diversas situações sociocomunicativas.O letramento vai além de ser só alfabetizado. O leitor decodifica os conteúdos lidos,compreende o que leu, podendo posicionar-se quanto ao assunto. Como dizia Rubem Alves:”Aprendemos as palavras para entender o sentido das coisas.”O aprendizado e o desenvolvimento da leitura e da escrita ocorrem parte no nosso dia-a-dia, e parte por meio de atividades sistemáticas na escola, com a utilização de reflexões sobre as práticas de nossa cultura.É preciso que os alunos desenvolvam diferentes olhares sobre os nossos textos e os dos outros autores e seja capaz de identificar a função textual como um todo.O aluno precisa dominar habilidades que o capacitem a viver em sociedade, atuando de maneira adequada nas mais diversas situações sociais de comunicação.Sabemos que qualquer experiência na vida de uma pessoa tende a ter melhores resultados quanto mais ela atenda os objetivos claros e verdadeiros para o sujeitoque a vivencia.Com a leitura também,quanto mais ela tiver um objetivo para o aluno, mais ele vai buscar o material mais adequado, ou vai ler com mais disposição o que lhe é oferecido e vai compreendê-lo com mais facilidade.O desafio de nós professores é ajudar os alunos a terem necessidade de ler, buscar com eles as razões para saber alguma coisa, ou viver determinada experiência, através da leitura.O conhecimento prévio formado por tudo que a gente já sabe, é fator decisivo no interesse pelo texto e sua compreensão.Ativar tal conhecimento é fundamental para possibilitar a leitura,como também na abertura de horizontes do nosso aluno leitor.Ao auxiliar os alunos a desenvolverem as habilidades e competências em leitura, o professor precisa considerar a utilização de gêneros textuais diversificados para que adquiram familiaridade com temas e assuntos variados.Para isso,precisará selecionar textos que despertem o interesse e façam parte de suas práticas sociais. A construção desta competência depende necessariamente da variedade de gêneros textuais que circulam em nossa escola e das práticas de letramento de que os alunos participam.É urgente e necessário que a escola proporcione as oportunidades de construção das competências lingüísticas necessárias para formas um leitor competente.Rosane Fortes Nazário -23.09.09

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

RELAÇÕES LÓGICAS NO TEXTO










Iniciamos nosso belíssimo encontro com uma mensagem de reflexão “sapateado e liderança”(vídeo) assim podemos relacionar com a educação e com o nosso fazer pedagógico.
Organizamos o cronograma do mês de outubro, pois na próxima semana, terei o 2º encontro em Porto Alegre.
Revendo os encontros cancelados no mês de agosto, devido à pandemia da influenza (H1N1) sugeri ao grupo de cursistas a reflexão e estudos de alguns temas abordados durante os encontros, sendo a data de hoje a socialização dos mesmos.
Sugestão 1:
Escolher um texto TP3 OU TP4 (texto das UNIDADES) fazer uma análise crítica e redigir um artigo relacionando este material, as suas experiências profissionais e a relevância (importância) do curso.
Sugestão 2:
Fazer uma resenha-crítica relacionando os artigos:
Das Unidades 13 e 14 que abordam LETRAMENTO E PROCESSO DE LEITURA ;
→ Sugestão 3:
Criar um plano de estudo para uma das séries finais onde a gramática não seja o foco principal. Onde cada professor possa ter abertura para poder inserir dentro dele as necessidades da turma.
Com muito embasamento, dinamismo, reflexão e análise foram explanadas aos colegas os artigos, resenhas e plano de aula. Segue um dos belíssimos trabalhos que também está no blogger da colega e cursista Lizandra. (este está postado no meu blogger)
Prosseguimos com a socialização das experiências da semana, conforme os estudos da unidade 19, referente à COESÃO TEXTUAL. Sendo um relato mais criativo e envolvente que o outro, assim a cada experiência narrada com uma dinâmica diferente, logo é compartilhada e anotada pelos demais, sempre num clima descontraído e acolhedor.
Na unidade 20 que aborda “As relações lógicas no texto”, podemos ler,rever e compreender alguns conceitos como: temporalidade; negação e significado implícito na produção textual. Em seguida pedi as professoras se organizassem em dois grupos. Ambos deveriam olhar e elaborar um texto publicitário conforme as dicas da décima oficina da página 258 do TP5, o qual trabalha bem a questão da relação lógica de negação. Pedi atenção das colegas para não se esquecerem de observar alguns tópicos em suas análises textuais. Cada grupo procurou em revistas alguma figura de objetos e escolheu um para fazer uma publicidade, provocando a atenção e o interesse dos “compradores” por meio de uma frase negativa aliada a informações sobre o produto. A tarefa assim consistiu. Para seguir um roteiro as professoras puderam observar as questões da p. 259 do TP 5, a fim de contemplar vários aspectos na publicidade.Depois disso, cada grupo apresentou o seu trabalho. As produções foram muito criativas!

terça-feira, 22 de setembro de 2009

ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO


ÓTIMA REFLEXÃO DA CURSISTA LIZANDRA .

ARTIGO: ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTOAo iniciar a reflexão em que haverá uma abordagem sobre Alfabetização e Letramento, torna-se necessário, buscar o significado exato das duas palavras tão distintas:Alfabetização = ação de ensinar/aprender a ler e a escreverLetramento = estado ou condição de quem não apenas sabe ler e escrever, mas cultivae exerce as práticas sociais que usam a escrita cultiva = dedica-se a atividades de leitura e escritaexerce = responde às demandas sociais de leitura e escrita Assim obtêm-se o verbo "letrar" para nomear a ação de levar os indivíduos ao letramento... e, alfabetizar e letrar como duas ações distintas, mas não inseparáveis, ao contrário: o ideal seria alfabetizar letrando, ou seja: ensinar a ler e a escrever no contexto das práticas sociais da leitura e da escrita, de modo que o indivíduo se tornasse, ao mesmo tempo, alfabetizado e letrado. Socialmente e culturalmente, a pessoa letrada já não é a mesma que era quando analfabeta ou iletrada, ela passa a ter uma outra condição social e cultural - não se trata propriamente de mudar de nível ou de classe social, cultural, mas de mudar seu lugar social, seu modo de viver na sociedade, sua inserção na cultura - sua relação com os outros, com o contexto, com os bens culturais, torna-se diferente. Tornar-se letrado é também tornar-se cognitivamente diferente: a pessoa passa a ter uma forma de pensar diferente da forma de pensar de uma pessoa analfabeta ou iletrada. Aos despertar para o fenômeno do letramento – estar incorporando essa palavra ao vocabulário educacional - significa que já se compreende que o problema não é apenas ensinar a ler e a escrever, mas é, também, e sobretudo, levar os indivíduos - crianças e adultos - a fazer uso da leitura e da escrita, envolver-se em práticas sociais de leitura e de escrita. Mas é preciso que haja, pois, condições para o letramento. Uma primeira condição é que haja escolarização real e efetiva da população - só se dá conta da necessidade de letramento quando o acesso à escolaridade se ampliar e tiver mais pessoas sabendo ler e escrever, passando a aspirar a um pouco mais do que simplesmente aprender a ler e a escrever. Uma segunda condição é que haja disponibilidade de material de leitura, criar condições para que os alfabetizados passem a ficar imersos em um ambiente de letramento, para que possam entrar no mundo letrado, ou seja, num mundo em que as pessoas tenham acesso à leitura e à escrita, acesso aos livros, revistas e jornais, acesso às livrarias e bibliotecas, viver em tais condições sociais que a leitura e a escrita tenham uma função para elas e torne-se uma necessidade e uma forma de lazer. O QUE É LETRAMENTO?Letramento não é um ganchoem que se pendura cada som enunciado, não é treinamento repetitivode uma habilidade,nem um marteloquebrando blocos de gramática. Letramento é diversãoé leitura à luz de velaou lá fora, à luz do sol. São notícias sobre o presidente O tempo, os artistas da TVe mesmo Mônica e Cebolinhanos jornais de domingo. É uma receita de biscoito,uma lista de compras, recados colados na geladeira,um bilhete de amor,telegramas de parabéns e cartasde velhos amigos. É viajar para países desconhecidos,sem deixar sua cama,é rir e chorarcom personagens, heróis e grandes amigos. É um atlas do mundo,sinais de trânsito, caças ao tesouro,manuais, instruções, guias,e orientações em bulas de remédios,para que você não fique perdido. Letramento é, sobretudo,um mapa do coração do homem,um mapa de quem você é, e de tudo que você pode ser. A alfabetização consiste no aprendizado do alfabeto e de sua utilização como código de comunicação. De um modo mais abrangente, a alfabetização é definida como um processo no qual o indivíduo constrói a gramática e em suas variações. Fica evidente quando comparado o estudo de autores que existe uma diferença fundamental entre alfabetização e letramento. Para eles, a alfabetização é um processo praticamente mecânico apreendido, na maioria das vezes, dentro das salas de aula e o letramento é um conjunto de conhecimentos que o indivíduo acumula ao longo da vida. Seguindo esta linha de pensamento a alfabetização um dia tem fim, isto é, termina quando o indivíduo adquire a capacidade de compreensão dos sinais que compreendem determinada língua escrita. Logo, é importante ressaltar que alfabetização e letramento caminham juntos embora nem todo sujeito letrado precisa, necessariamente, ser alfabetizado. É difícil imaginar, no entanto, que alguém possa exercer tal condição em grau satisfatório (o mais alto deles) sem que antes tenha sido alfabetizado. Este fato pode ser explicado se considerarmos que a maioria absoluta dos conhecimentos que se pode adquirir está disponível na forma de símbolos.Por outro lado, os autores ressaltam que mesmo antes da humanidade ter conhecimento das letras (símbolos), já possuíam algum grau de letramento, no sentido atual de sua aplicabilidade, e este fato é evidente se raciocinados a complexidade exigida para elaboração do atual sistema de escrita, embora saibe-se que a escrita surgiu ao acaso, motivada pela necessidade de comunicação. ou eu

domingo, 20 de setembro de 2009

COESÃO








Iniciamos o encontro do dia quinze de setembro com mais uma belíssima mensagem organizada pela colega Viviane da Riva. Esta que nos fez refletir sobre as pequenas dificuldades encontras no nosso cotidiano que acreditamos serem obstáculos, porém servem de grandes aprendizados.
Com o maravilhoso grupo de professores de Língua Portuguesa que permanece participativo, assíduo e unido. Que interagi sempre com entusiasmo às atividades e assuntos propostos, fazendo com que os encontros tenham o tempo um pouco hostil, pois ele passa muito rápido.
Começamos socializando as experiências referentes à Coerência textual, da unidade 18. Os relatos das colegas são recheados de emoção e criatividade. Elas estão bem satisfeitas com as sugestões de atividades apresentadas nas unidades. Este é um momento muito gostoso e prazeroso, pois a troca de experiência é bastante produtiva.
Depois de refletirmos sobre as diferentes possibilidades desenvolvidas referente à coerência, prosseguimos com o tema coesão da unidade 19. Para abordar o assunto sugeri às colegas o vídeo “Assalto com cultura”, cedido pela colega Daiana de Humaitá. Neste podemos compreender melhor os conceitos de coerência, coesão e coesão seqüencial, juntamente com as suas devidas funções.
Após o estudo e análise dos conceitos teóricos (coerência, coesão e coesão seqüencial), pudemos utilizá-los na prática. Propus às colegas a construção de duas atividades, sendo, o enlace de ideias, sugestão do AAA5 pg. 95. A outra foi de um texto diferente (embasado também na sugestão da colega Daiana de Humaitá). Este deveria conter as seguintes palavras: garota, grampo de cabelo, clips, porta moeda, lixo, bola, perfume, família, música.
Construindo sonhos
Recebi um e-mail com uma música tocante a respeito de um garoto, que não tinha família e reciclava lixo.
Certo dia encontrou um porta moeda e nele começou a guardar tudo que encontrava como: grampo de cabelo, clips, perfume,... Para realizar seu sonho que era ser jogador de futebol, resolveu vender tudo que guardou para comprar uma bola e treinar frequentemente para que no futuro, seja como seu ídolo, um grande jogador de futebol. (Andréa, Inês, Carmem e Aneti)
Alguém especial
Havia uma família que morava perto de um terreno repleto de lixo.
O menino que pertencia a essa família adorava jogar bola perto do local. Lá ele encontrou muitos objetos: vidros de perfume vazios, porta moedas, grampos de cabelo, clips e muitos outros detritos que causavam mau cheiro e prejudicavam o meio ambiente.
Certo dia, muito chateado com tudo o que via, resolveu não ir jogar, deitou-se no sofá escutando músicas que falavam do respeito pelo meio ambiente e lugar onde se vive.
Com isso, resolveu enviar um e-mail para a Secretaria do Meio Ambiente, relatando a situação e pedindo que tomassem decisões e providencias urgente.
O nome do menino ninguém descobriu, mas todos sabem que alguém especial tomou a iniciativa pelo bem-estar da comunidade e limpeza daquele local.
(Lizandra, Lisiane, Rosane, Vera e Viviane)
Com bastante empolgação, risos, coerência, coesão, leituras dramatizadas pudemos socializar os textos.
As professoras estão gostando muito do Gestar II, porque a socialização, a diversidade de atividades e opiniões é enriquecedora, pois além de valorizar as aulas de Língua Portuguesa, também às motiva a inovarem constantemente, adaptando as sugestões conforme a série e aos objetivos referentes à realidade e interesses dos alunos.
Segue o depoimento de algumas colegas “mais um encontro que trocamos ideias e informações. Gostamos do encontro de hoje, pois vem de encontro com o que trabalhamos em nossa área. (coerência e coesão). O TP5 nos trouxe inúmeras atividades aplicáveis em todas as séries. Adoramos!” Lembrando as palavras do escritor Cury, 2003,p.55 “Educar é ser um artesão da personalidade, um poeta da inteligência, um semeador de ideias.”
Durante os encontros podemos perceber que está sendo muito bom para todos, pois as trocas de experiências renovam a bagagem profissional de cada um de nós, estamos constantemente em busca de novos conhecimentos, com os estudos das teorias e dos TPs e AAs, tudo isso norteado de um clima acolhedor e descontraído.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Mergulhando nos textos com emoções






Na tarde chuvosa de nove de setembro, iniciamos o nosso encontro com uma belíssima reflexão referente à motivação (vídeo) organizada pela professora Viviane da Riva. Podemos compreender que precisamos ser motivados constantemente, necessitamos ter coragem para termos o nosso posicionamento, falar e expor o que acreditamos, para que assim ocorram algumas transformações.
Logo prosseguimos com a socialização e relatos das experiências referentes aos TP4, das unidades 15 e 16 (Mergulhando no texto) e (A produção textual- Crenças, teorias e fazeres).
Paulo Freire, 1996, p. 52 coloca que “Saber ensinar não é transferir conhecimentos, mas criar as possibilidades para sua própria produção e construção.” Durante os relatos dos cursistas é possível observar as infinitas possibilidades para a construção de um sujeito ciente das suas responsabilidades. Isto está claro nos relatos e reflexão critica dos alunos, pois o raciocino dos mesmos apresenta grande criticidade. Não sendo mera transmissão de conhecimento, por parte do professor.
Com base nas Unidades 17 e 18 do TP-5 que trata de Estilística - Estilo e Coerência. Iniciamos com salientando alguns conceitos como: estilo, os recursos ligados ao som e da palavra. A importância da coerência coesão nos textos, entre outros que foram explanados e relacionados ao fazer pedagógico diário. Para que os estudos tornassem mais significativos ao longo das reflexões assistimos e interagimos com os slaid das “Expressões idiomáticas”. Com o objetivo de relacionar a teoria com a prática, esclarecendo que a coerência está diretamente ligada à possibilidade de se estabelecer uma unidade de sentido para o texto. Sugeri ao grupo a atividade da página 98 e 99 do AA5.
Segue um texto produzido pelos cursistas:
Sentimentos de harmonia e paz...
Romance, sensualidade,.
Tudo isso me parece a sida simplesmente a vida.
A rolar.
A sentir.
A vibrar.
A pintar.
E o azul!
Que azul?
Chega de azul!
Vamos pensar no verde!
Verde floresta... Verde esperança, verde meus olhos, verde é a luz que não consegui enxergar nos pontos rosa.
Amor, paixão.
Céu, mar, luz, vida e sonhos.
Ficando claro para o grupo que a Estilística estuda a linguagem que se cria com os elementos da língua e os e efeitos produzidos na construção dos textos. Analisamos também a coerência nos textos verbal e não verbal a partir da análise dos textos. Concluindo que a coerência depende de vários elementos, entre eles o conhecimento de mundo e as experiências prévias das pessoas que o interpretam articuladas, além das informações do texto e de outros fatores como contexto situacional, interlocutores, suas crenças, intenções e função comunicativa do texto.
Depois da leitura seguida de muitas gargalhadas seguimos com a proposta de atividade da página 254. Segue as produções referentes ao texto verbal e não verbal “Furnas. Uma empresa cada vez mais verde, amarelo, azul e branco.”
É uma propaganda de empresa Furnas, enfoca sua política ambiental.
Faz uma intertextualidade com as cores da bandeira através de palavras e imagens.
A coerência textual ocorre quando as palavras e imagens se relacionam, fazendo referencia às questões ambientais, as quais são mencionadas no texto verbal.
É um texto misto, ocorrendo linguagem verbal e não verbal. Verbal: onde é escrito sobre a política ambiental, conservação e defesa do patrimônio brasileiro. E não verbal: onde são apresentadas as imagens (natureza – pássaros, alimentos, crianças e a tecnologia).
Uma empresa verdadeiramente brasileira. (Cursistas: Carmem, Lizandra, Rafael e Viviane)
Outra análise:
O texto enfoca o meio ambiente e a sustentabilidade do Brasil em relação à política sócio-econômico.
Fazendo uma intertextualidade ao patrimônio, através das cores da bandeira, relacionando ao meio ambiente, sendo o verde as matas, o amarelo as riquezas do Brasil, o azul os lagos, céu, água e o branco a paz representando o progresso sem agressão ao meio.
A coerência textual é construída através do texto verbal e não verbal.
Cursistas: Inês Figueiredo, Andréa Corrêa, Vera e Anéti.
Durante os encontros é possível perceber que está sendo muito bom para todos, pois as trocas de experiências renovam a bagagem profissional de cada um de nós, estamos constantemente em busca de novos conhecimentos, com os estudos das teorias e dos TPs e AAs, tudo isso norteado de um clima acolhedor e descontraído.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Produzir com emoções




Ao anoitecer do dia dois de setembro depois de um dia de vários acontecimentos dentro e fora da rotina escolar, além de muita chuva. Estávamos animados para mais um encontro do GESTAR II, este que vem direcionando novos caminhos mais significativos para o ensino de Língua Portuguesa em Imbé.
Podemos centrar o nosso pensamento ao relaxar com a mensagem “medidor de stress”,
Retomamos aos assuntos das unidades anteriores, relembrando alguns conceitos como letramento e alfabetização, (vídeo) significado, significante, entre outros que ao serem retomados, logo eram relacionados com as atividades executadas durante a semana, estas compartilhadas ao fazer a socialização das experiências. Podemos perceber que os “frutos” do Gestar estão sendo bem visíveis nas salas de aula. Nossos alunos já não são mais os mesmos, já possuem um novo olhar e outra postura frente às atividades desenvolvidas. O pequeno grupo (10 professores) de grande profissional da educação, com muito comprometimento, flexibilidade, empenho, criatividade, enfim, está fazendo o diferencial nas escolas em que está atuando.
Aquecemos o nosso encontro com um breve cafezinho. Logo retomamos com a atividade sugerida pelo TP 4. As colegas organizadas em duplas puderam escolher e descrever um colega, podendo ser do físico para o psicológico, ou ao contrário. Ao concluírem os textos que geraram muitas gargalhadas durante a elaboração. Durante a leitura dos mesmos, observamos como podemos ser vistos através do olhar do outro, em que este poderá destacar pequenas atitudes que acreditamos que possa passar despercebida, porém isso não acontece.
Exemplo de descrição:
“Dizem que a cor dos seus cabelos é a do caus da escuridão. Mas nestes cabelos também há o brilho e este se mistura com o encontro e a criatividade das suas ideias.
Tudo isso norteado por simplicidade, e também marcado por sua singularidade no grupo (único do sexo másculo).
O importante é o pensar o construir seja aqui ou em Tocantins.
Escrito por: VIVIANE DA RIVA E LISIANE.
Outro exemplo:
Quem é?
Esta pessoa possui estatura média, é ágil, prática, inteligente, transmite segurança através dos questionamentos.
Jovem madura e especial!
Calma, tranquila e possui habilidades que a torna diferente dos outros, muito, mas muito prestativa.
Escrito por: Inês Figueira e Lizandra Costa.
Depois de boas risadas, seguimos com o estudo das unidades 15 ”Mergulho no texto” e 16 “Produção textual – Crenças, teorias e fazeres”. Enfatizamos e discutimos sobre os objetivos da leitura e os conhecimentos prévios como fatores fundamentais para a produção de sentimento na interação e sobre as práticas de leitura e escrita em nosso cotidiano. Para ilustrar estes conceitos trouxe exemplo das atividades que propôs à turma de 7ª série. Com o objetivo de definir a estrutura para construir significados. Ao adaptar o texto conforme o enfoque que eu queria abordar “ Bebida alcoólica e trânsito”, pedi para os alunos ordenarem os parágrafos do texto “MÃE” (texto da zero hora), pois este estava fragmentado em envelopes. Cada grupo deveria organizar o texto com apenas os parágrafos que correspondessem ao texto, para que não houvesse sobra. Com um tempo determinado (10 ou 15 minutos) pedi para lerem. Também assistimos um vídeo JACQUELINE ( you tube) . Depois de discutirmos, analisarmos o texto relacionando ao vídeo sugeri a turma para que elaborassem um vídeo de um minuto abordando o tema estudado.Este com o objetivo de conscientizar aos outros adolescentes que beber e dirigir é sinônimo de acidentes. Tema significativo que envolveu os alunos, emocionando os mesmos.
Encerramos nosso encontro com nossos sentimentos aflorados, isto é o GESTAR II.

“Educar a emoção também é se doar sem esperar retorno, ser fiel à sua consciência,extrair prazer dos pequenos estímulos da experiência, saber perder , correr risco para transformar os sonhos em realidade, ter coragem para andar por lugares desconhecidos.”(CURY, 2003, p.66,67).

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Narradores de Javé


Viajamos na história do filme “OS NARRADORES DE JAVÉ” , esta que ocorre no Vale do Javé, uma comunidade do interior, e que logo desapareceria,ficando inundada,pois ali construiriam uma hidrelétrica.Este povoado não tinha a sua história registrada, então perceberem a necessidade de registrá-las, assim a cidadezinha poderia permanecer.

Todos tinham suas histórias marcadas naquela comunidade, porém só sabiam contá-las oralmente, já que grande parte dos moradores eram analfabetos e não tinham a habilidade de transcrevê-las num livro. Os habitantes lembraram que ali também morava um ex-funcionário do correio, que sabia ler e contava muito bem belas histórias,embora às vezes, exagerasse com sua imaginação, por isso fora expulso pelos moradores. O escriba chamado Antonio Biá poderia retornar, caso concordasse em escrever as histórias do Vale de Javé. Biá passou a se sentir muito valorizado pelos moradores, no entanto, logo passa a se questionar sobre quem poderia se importar com a história de uma gente simples, ignorante, que mal sabe escrever o nome. Também observou que a história da pequena cidade do interior não seria preservada, pois não contava a história de nobres, mas sim de gente do povo que tentava se engrandecer pelos fatos ocorridos, não sendo importantes para impedir o progresso.
Outro aspecto a ser salientado é que cada morador a conta a mesma história seu modo, com um enfoque diferente, conforme o seu ponto de vista.Não há uma ideia coesa sobre os episódios, esse elemento mostra que os habitantes não compreenderam a noção do que é científico, real, que pode ser provado.
Assim um povo sem conhecimento é aniquilado, pois a linguagem representa o poder, quem domina a escrita tem capacidade de mudar os acontecimentos, defender-se, reivindicar por direitos.

A história apresenta a escrita com a sua função social bastante clara, pois se todos os acontecimentos daquela cidadezinha estivessem um registro no "papel", as coisas não teriam sido como foram. Os moradores não precisariam ter tentado mostrar às pressas, que o Vale do Javé era importante.

Podemos compreender que cabe a nós educadores o papel de direcionar o educando a diferentes situações onde ele compreenda as funções e o uso da escrita.

Assim podemos compreender melhor os conceitos de alfabetização e letramento.

Alfabetização é meramente codificar e decodificar as palavras, entretanto sem compreender o uso social da escrita.

Letramento conforma Magda Soares “Letrar é mais que alfabetizar, é ensinar a ler e escrever dentro de um contexto onde a escrita e a leitura tenha sentido e faça parte da vida do aluno.” Embora letramento seja uma definição recente no vocabulário na educação, é importante o educador ter claro os conceitos.

A definição de letramento é mais ampla que de alfabetização, pois se refere aos modos com que a escrita se apresenta na sociedade, seus usos e suas funções nas diversas situações comunicativas em que é utilizada conforme o contexto social.Sendo importante ter claro estes conceitos.

Cabe ao educador propiciar situações de leitura e de escrita como atividade de comunicação, enfatizando os usos e funções da escrita e da oralidade, havendo uma reflexão e participação crítica no meio em que o sujeito está inserido.

Foi uma tarde de muitos doces, salgados, reflexões, observações e esclarecimentos. Considerando uma prática muito boa estar estimulando os alunos a relacionarem fator, expor ideias e instigá-los a refletir sobre os assuntos, por isso em quase todas as aulas nos apropriamos destas práticas, pois acreditamos que desta forma se torna mais fácil levar o educando a construir seus saberes.